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Em vários países da Europa e da América do Norte, incluindo os Estados Unidos e o Canadá, especialistas na área recomendam que o diagnóstico seja feito com base nos critérios estabelecidos pelo ICD-10 (WHO, 1992) e/ou pelo DSM-IV-TR (APA, 2003).

No presente artigo, focalizaremos os critérios diagnósticos oferecidos pelo DSMIV- TR (APA, 2003).

São discutidos aspectos dos critérios diagnósticos e também das comorbidades, incidência, etiologia e diretrizes para a prática diagnóstica.

Tais diretrizes incluem formas de exploração de sintomas de risco durante exames de rotina realizados por profissionais que trabalham com a população infantil e elementos básicos necessários para a realização de uma avaliação minuciosa e criteriosa por uma equipe interdisciplinar.

Vale salientar que o conteúdo aqui apresentado se baseia em práticas que já vêm sendo, por algum tempo, implementadas em outros países, mas que ainda não se apresentam como uma realidade bem consolidada no Brasil.

Assim, esperamos que as diretrizes aqui apontadas possam instigar reflexões acerca das atuais práticas diagnósticas no Brasil, auxiliando no desenvolvimento de estratégias mais eficazes de diagnóstico e de sistemas de apoio mais adequados.

Tendo como base modelos de prática diagnóstica implementados em outros países, o objetivo do artigo é oferecer uma revisão geral acerca do que vem a ser o transtorno autista e dos fatores críticos que devem ser considerados durante o processo diagnóstico.Isso inclui, por exemplo, o uso de instrumentos específicos auxiliares no diagnóstico, elementos importantes para a avaliação médica e psicológica e encaminhamentos para serviços adequados de intervenção e apoio.Based on diagnostic models implemented in other countries, the goal of the article is to offer a general overview about autistic disorder and highlight some critical elements to be taken into account during the diagnostic process.Son discutidos aspectos de los criterios diagnósticos y también de las comorbidades, incidencia, etiología y directrices para la práctica diagnóstica.Tales directrices incluyen formas de exploración de síntomas de riesgo durante exámenes de rutina realizados por profesionales que trabajan con la población infantil y elementos básicos necesarios para la realización de una evaluación minuciosa y de criterio por un equipo interdisciplinario.

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